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    Ímanes de Alnico

    Os ímanes de alnico são feitos por vazamento, ou sinterização de uma combinação de alumínio, níquel e cobalto com ferro, junto a pequenas quantidades de outros elementos adicionados para melhorar as propriedades do íman. A sinterização oferece características mecânicas superiores, que proporcionam maior intensidade de campos magnéticos e permite a concepção de variadas formas. Os ímãs Alnico comumente utilizados na fabricação de captação vêm em quatro tipos diferentes, marcadas com algarismos romanos II através de V. Quando isso acontece, II e V são as mais comuns, com III e IV ocasionalmente usado por alguns fabricantes. Cada formulação de Alnico é diferenciada de acordo com a composição da liga, e os números aumentam de acordo com a força do íman. Alnico é normalmente composto de alumínio (cerca de 10 por cento), níquel (cerca de 18 por cento) e de cobalto (cerca de 12 por cento), geralmente com um pouco de cobre (cerca de 6 por cento) e uma abundância de ferro (54 por cento) para completar a liga. Alguns Alnico também contém uma pequena quantidade de titânio e vestígios de nióbio.

    Ímanes de Ferrite ou Cerâmica

    São feitos de um composto poroso de óxido de ferro em pó, bário e de carbonato de estrôncio. Devido ao baixo custo dos materiais, e dos métodos de fabricação, este tipo de íman é o mais barato do mercado, sendo muito utilizado em componentes eletrônicos (como em pequenos motores por exemplo). São produzidos em grandes quantidades e em vários formatos diferentes; frágeis, devem ter o mesmo cuidado que é dado a outros materiais cerâmicos. Eles são capazes de produzir uma grande quantidade de magnetismo, e tendem a permanecer mais forte ao longo do seu tempo de vida.

    Campo Magnético – Linhas de Força

    O espaço em redor do íman, em que existe atuação das forças magnéticas, é chamado de campo magnético. Os efeitos de atração ou repulsão entre dois ímanes, ou de atração de um íman sobre os materiais ferrosos devem-se à existência desse campo magnético.
    Como artifício para estudar esse campo magnético, admite-se a existência de linhas de força magnéticas ao redor do íman. Essas linhas são invisíveis, mas podem ser visualizadas com o auxílio de um recurso. Colocando-se por exemplo um íman sob uma lâmina de vidro, e espalhando limalha de ferro sobre essa lâmina, as limalhas se orientam conforme as linhas de força magnética. O formato característico das limalhas sobre o vidro, denominado de espectro magnético, é representado na ilustração ao lado. Essa experiência mostra também a maior concentração de limalhas na região dos polos do íman. Isso é devido à maior intensidade de magnetismo nas regiões polares, pois aí se concentram as linhas de forças. Com o objetivo de padronizar os estudos ao magnetismo e às linhas de força de um campo magnético se dirigem do polo norte para o polo sul.

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